São Paulo, 04 de Novembro de 2026
Últimas notícias
SegurançaSenado Federal aprova texto-base da PEC da Segurança PúblicaPolíticaSenado aprova PEC da Segurança sem redução da maioridade penalMeio AmbienteMonitor de Secas acompanha mensalmente evolução das estiagens no paísPolíticaSenado aprova PEC da Segurança Pública sem redução da maioridade penalMeio AmbienteRio entra no segundo nível do protocolo de calor e pode registrar 40°CPolíticaHugo Motta destaca aprovação da PEC da Segurança Pública pelo SenadoGeralPF inaugura laboratório para combater garimpo ilegal na AmazôniaPolíticaEduardo Braga será o relator-geral do Orçamento 2027PolíticaMinistro garante “absoluta prioridade” na implementação da Política de Minerais Críticos e EstratégicosSegurançaMonitoramento por câmeras de São Paulo tem novo vazamentoSegurançaSenado Federal aprova texto-base da PEC da Segurança PúblicaPolíticaSenado aprova PEC da Segurança sem redução da maioridade penalMeio AmbienteMonitor de Secas acompanha mensalmente evolução das estiagens no paísPolíticaSenado aprova PEC da Segurança Pública sem redução da maioridade penalMeio AmbienteRio entra no segundo nível do protocolo de calor e pode registrar 40°CPolíticaHugo Motta destaca aprovação da PEC da Segurança Pública pelo SenadoGeralPF inaugura laboratório para combater garimpo ilegal na AmazôniaPolíticaEduardo Braga será o relator-geral do Orçamento 2027PolíticaMinistro garante “absoluta prioridade” na implementação da Política de Minerais Críticos e EstratégicosSegurançaMonitoramento por câmeras de São Paulo tem novo vazamento

Inflação medida pelo INPC registra 0,52% em setembro

A inflação apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) fechou setembro em 0,52%. No ano, o indicador soma 3,62%. Já no acumulado de 12 meses, a alta é de 5,1%

A

Agência Brasil

Inflação medida pelo INPC registra 0,52% em setembro
Créditos: Agência Brasil

A inflação apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) fechou setembro em 0,52%. No ano, o indicador soma 3,62%. Já no acumulado de 12 meses, a alta é de 5,1%.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Salários

O salário mínimo, por exemplo, além de outras métricas, leva o INPC anual de novembro para chegar ao valor no ano seguinte. O seguro-desemprego, o benefício e o teto do INSS são reajustados com base no resultado de dezembro.

Resultado no mês

Em setembro, dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, três apresentaram deflação (recuo de preços na média):

 Habitação: 3,28%  Vestuário: 0,60%  Despesas pessoais: 0,33%  Educação: 0,08%  Saúde e cuidados pessoais: 0,03%  Transportes: 0,02%  Comunicação: -0,22%  Alimentação e bebidas: -0,33%  Artigos de residência: -0,45%

A queda de preços de alimentos e bebidas acontece pelo quarto mês seguido.

A explicação para a alta da habitação está no encarecimento da conta de luz (10,57%), causada pela devolução do Bônus Itaipu, desconto na conta de agosto que beneficiou 80,8 milhões de consumidores.

Além do fim do bônus, a conta de luz sofre influência da vigência da bandeira tarifária vermelha patamar 2, que adicionou R$ 7,87 na conta de luz a cada 100 Kwh consumidos.

A cobrança extra é determinada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para custear usinas termelétricas em tempos de baixa nos reservatórios das hidrelétricas. O adicional é necessário, pois a energia gerada pelas termelétricas é mais cara que a hidrelétrica.

Para outubro, a Aneel determinou a volta da bandeira vermelha patamar 1,com adicional de R$ 4,46.

INPC x IPCA

O IBGE divulgou também nesta quinta-feira o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), conhecido como inflação oficial, que ficou em 0,48% em setembro e 5,17% em 12 meses. 

A diferença entre os dois índices é que o INPC apura a inflação para as famílias com renda de um até cinco salários mínimos e o IPCA para lares com renda de um até 40 salários mínimos. Atualmente o mínimo é de R$ 1.518. 

O IBGE confere pesos diferentes aos grupos de preços pesquisados. No INPC, por exemplo, os alimentos representam quase 25% do índice, mais do que no IPCA, cerca de 21%, pois as famílias de menor renda gastam proporcionalmente mais com comida. Na ótica inversa, o preço de passagem de avião pesa menos no INPC do que no IPCA.

De acordo com o IBGE, a apuração do INPC “tem por objetivo a correção do poder de compra dos salários, através da mensuração das variações de preços da cesta de consumo da população assalariada com mais baixo rendimento”.

A coleta de preços é feita em dez regiões metropolitanas: Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. A coleta também é feita em Brasília, Goiânia, Campo Grande (MS), Rio Branco, São Luís e Aracaju.

Compartilha esta notícia:

Notícias relacionadas