São Paulo, 04 de Novembro de 2026
Últimas notícias
SegurançaSenado Federal aprova texto-base da PEC da Segurança PúblicaPolíticaSenado aprova PEC da Segurança sem redução da maioridade penalMeio AmbienteMonitor de Secas acompanha mensalmente evolução das estiagens no paísPolíticaSenado aprova PEC da Segurança Pública sem redução da maioridade penalMeio AmbienteRio entra no segundo nível do protocolo de calor e pode registrar 40°CPolíticaHugo Motta destaca aprovação da PEC da Segurança Pública pelo SenadoGeralPF inaugura laboratório para combater garimpo ilegal na AmazôniaPolíticaEduardo Braga será o relator-geral do Orçamento 2027PolíticaMinistro garante “absoluta prioridade” na implementação da Política de Minerais Críticos e EstratégicosSegurançaMonitoramento por câmeras de São Paulo tem novo vazamentoSegurançaSenado Federal aprova texto-base da PEC da Segurança PúblicaPolíticaSenado aprova PEC da Segurança sem redução da maioridade penalMeio AmbienteMonitor de Secas acompanha mensalmente evolução das estiagens no paísPolíticaSenado aprova PEC da Segurança Pública sem redução da maioridade penalMeio AmbienteRio entra no segundo nível do protocolo de calor e pode registrar 40°CPolíticaHugo Motta destaca aprovação da PEC da Segurança Pública pelo SenadoGeralPF inaugura laboratório para combater garimpo ilegal na AmazôniaPolíticaEduardo Braga será o relator-geral do Orçamento 2027PolíticaMinistro garante “absoluta prioridade” na implementação da Política de Minerais Críticos e EstratégicosSegurançaMonitoramento por câmeras de São Paulo tem novo vazamento

Bolsa sobe quase 3% e fecha no maior nível desde maio

Beneficiado pelo exterior e pela inflação mais baixa que o esperado no Brasil, o mercado financeiro brasileiro encerrou a sexta-feira (10) em tom positivo. A bolsa avançou quase 3% e atingiu o maior nível desde maio

A

Agência Brasil

Bolsa sobe quase 3% e fecha no maior nível desde maio
Créditos: Agência Brasil

Beneficiado pelo exterior e pela inflação mais baixa que o esperado no Brasil, o mercado financeiro brasileiro encerrou a sexta-feira (10) em tom positivo. A bolsa avançou quase 3% e atingiu o maior nível desde maio. O dólar caiu pela terceira sessão consecutiva e voltou a fechar na faixa de R$ 5,10.

O principal fator para o desempenho dos ativos domésticos foi a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de junho, que veio abaixo das expectativas e reforçou a perspectiva de novos cortes na taxa Selic, juros básicos da economia.

Principais números

Ibovespa: +2,97%, aos 177.866,37 pontos Dólar: -0,31%, a R$ 5,108 Petróleo Brent: -0,38%, a US$ 76,01 por barril

Ibovespa dispara

O Ibovespa encerrou o pregão com alta de 2,97%, aos 177.866,37 pontos, registrando o maior fechamento desde 14 de maio e encerrando a sessão na máxima do dia.

O índice completou a terceira semana consecutiva de valorização, acumulando ganho de 2,18% na semana, avanço de 3,40% em julho e alta de 10,39% no ano. O volume financeiro negociado somou R$ 24,99 bilhões.

Dos 79 papéis que compõem o índice, apenas um fechou em queda.

O desempenho foi impulsionado pela divulgação do IPCA de junho. A inflação oficial desacelerou para 0,16%, após alta de 0,58% em maio, ficando abaixo das projeções do mercado. No acumulado de 12 meses, o índice ficou em 4,64%.

O resultado fortaleceu as expectativas de que o Comitê de Política Monetária (Copom) possa voltar a reduzir a taxa Selic na reunião de agosto. Juros menores tendem a favorecer o mercado acionário ao reduzir o custo de financiamento das empresas e elevar o valor presente dos lucros futuros.

Dólar recua

O dólar à vista caiu R$ 0,014 (-0,31%), encerrando o dia cotado a R$ 5,108, menor valor de fechamento desde 16 de junho. Na mínima do dia, por volta das 13h30, a cotação chegou a R$ 5,098.

Foi a terceira sessão seguida de queda da moeda estadunidense, que acumula desvalorização de 1,18% na semana, perda de 1,06% em julho e recuo de 6,94% no acumulado de 2026.

Além da reação ao IPCA, o real acompanhou o fortalecimento das moedas de outros países emergentes, em um ambiente de maior disposição dos investidores para ativos de risco, mesmo com a continuidade das tensões geopolíticas no Oriente Médio.

Petróleo cai

Os preços internacionais do petróleo fecharam em queda pelo segundo pregão consecutivo, apesar da continuidade dos confrontos entre Estados Unidos e Irã.

Referência para as negociações internacionais, o barril do tipo Brent recuou 0,38%, encerrando cotado a US$ 76,01 por barril. Ainda assim, o produto acumulou valorização de 5,39% na semana. O barril do tipo WTI, do Texas, caiu 0,93%, para US$ 71,41.

O mercado continua monitorando a situação no Estreito de Ormuz, corredor estratégico por onde passa cerca de 20% do petróleo comercializado no mundo. Embora o fluxo de navios tenha diminuído desde a retomada dos ataques, a rota permanece aberta, reduzindo o temor de uma interrupção mais severa da oferta global.

Ao mesmo tempo, investidores seguem acompanhando as negociações entre Estados Unidos e Irã, que continuam influenciando as expectativas sobre o comportamento dos preços da commodity (produto primário com cotação internacional) nas próximas semanas.

* com informações da Reuters

Compartilha esta notícia:

Notícias relacionadas